Palmas, Tocantins -

Ação Parlamentar


Bancada Feminina
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Dorinha defende reserva inicial de 20% dos assentos para mulheres no Legislativo

"Nós defendemos o percentual de cotas graduais, que no final alcance no mínimo de 33% de mulheres no Legislativo como consta na PEC 205/2007", pontuou Dorinha
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Descrição: Deputada federal Professora Dorinha (DEM) Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Como líder da Bancada Feminina na Câmara dos Deputados, a deputada federal Professora Dorinha (DEM/TO) defende a reserva inicial de 20% dos assentos para mulheres em todas as instâncias do Poder Legislativo — municipal, estadual e federal, isso porque a Casa de Leis deve votar, em breve, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 134/2015, que tem apensadas as PECs 205/2007 e 371/2013.



"Nós defendemos o percentual de cotas graduais, que no final alcance no mínimo de 33% de mulheres no Legislativo como consta na PEC 205/2007 do deputado Luiz Carlos Hauly (PSBD/PR) que está apensada na 134", pontuou a parlamentar.



Segundo ela, a votação irá definir o percentual de representatividade das mulheres no Legislativo e, apesar, do número mínimo já ser cumprido na maioria das Capitais, é preciso avançar. "Uma prova disso é que temos apenas uma mulher eleita prefeita de Capital em nosso País, a Cinthia Ribeiro de Palmas (TO). Esse resultado pôde ser visto nesse domingo, 29 de novembro, após o segundo turno", pontuou a parlamentar.  



Conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais de 900 cidades do país não elegeram nenhuma vereadora nas eleições em 2020, ou seja, não haverá nenhuma mulher que ocupará vaga nas Câmaras Municipais a partir do dia 01 de janeiro de 2021. Por outro lado, em outras mais de 1,8 mil cidades, apenas uma mulher foi eleita.