Palmas, Tocantins -

Plantão de Polícia


Operação “Quinta Parcela”
858 visualizações

PF deflagra operação contra fraudes no auxílio emergencial em cidades do Tocantins

No Tocantins, aproximadamente 20 policiais federais dão cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Colinas e um em Paraíso. A fraude ultrapassa R$ 50 mil
- Atualizada em
Divulgação PF

Novamente, a Polícia Federal cumpre mandados de busca e prisão no Tocantins no combate a fraudes em auxílios emergenciais do Governo Federal. As ações são referentes a Operação “Quinta Parcela” e estão ocorrendo também nos estados do Pará, Goiás, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Pernambuco e São Paulo, com a participação de aproximadamente 140 policiais federais em continuidade ao combate às fraudes aos Auxílios Emergenciais concedidos à população mais carente em razão da crise de saúde pública causada pelo novo Coronavírus.

No Tocantins, aproximadamente 20 policiais federais dão cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Colinas e um em Paraíso do Tocantins. A fraude ultrapassa R$ 50 mil. 

 

Os trabalhos realizados são resultantes de uma união de esforços denominada Estratégia Integrada de Atuação Contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE), da qual participam a Polícia Federal, Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, CAIXA, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União.  

 

Os escopos da atuação conjunta são a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas, com a identificação de seus integrantes e a recuperação dos valores para o erário. Com a ação de hoje, já se somam 70 Operações Policiais visando o combate às fraudes, com a realização de mais de 200 Mandados de Busca e mais de 30  indivíduos presos.  

 

Em todo o País estão sendo cumpridos 37 Mandados de Busca e Apreensão, cinco Mandados de Prisão Temporária e três Mandados de Sequestro de Bens, perfazendo um total de aproximadamente de R$ 140 mil bloqueados por determinação judicial.  

 

Os investigados poderão responder pelos crimes de furto mediante fraude com pena de até 8 anos de reclusão. 

 

O nome da Operação é uma alusão ao pagamento das parcelas do Auxílio Emergencial, sendo que se trata de ação ostensiva conjunta da EIAFAE em mais de um Estado da Federação no combate a grupos criminosos e fraudes massivas ou estruturadas em relação a este benefício assistencial.

 

Operação Terceira Parcela

 

Em março, a  Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Terceira Parcela, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso que estaria desviando recursos destinados ao auxílio emergencial, disponibilizado a uma parcela da população, com o objetivo de amenizar os efeitos da pandemia de covid-19 na renda da população.

 

De acordo com os investigadores, tratava da “maior ação de combate a fraudes contra benefícios emergenciais”. A operação contou com a participação de mais de 200 policiais, no cumprimento de 73 mandados de busca e apreensão em Minas Gerais, Bahia, Tocantins e Paraíba. A maior parte dos mandados (66) foram cumpridos em 39 municípios mineiros. Entre eles, a capital Belo Horizonte.