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Universidade Federal do Norte do TO
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Dorinha reitera que os campi de Xambioá e Guaraí, da UFNT, foram garantidos por ela

Na proposta original feita pelo Poder Executivo, a UFNT seria criada apenas com o desmembramento dos câmpus da UFT já existentes em Araguaína e Tocantinópolis.
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Descrição: Deputada Professora Dorinha Divulgação

A criação da Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT), foi aprovada pelo Senado nesta quarta-feira, 12, e segue para sanção presidencial. A UFNT foi criada por meio do desmembramento dos câmpus de Araguaína e Tocantinópolis da Universidade Federal do Tocantins (UFT).  O projeto também prevê a instalação de câmpus nos municípios de Xambioá e Guaraí, que foram incluídos por meio de Emenda apresentada pela deputada federal Professora Dorinha (Democratas.TO) durante a tramitação na Câmara dos Deputados.



Na proposta original feita pelo Poder Executivo a UFNT seria criada apenas com o desmembramento dos câmpus da UFT já existentes em Araguaína e Tocantinópolis. Na tramitação do Projeto na Câmara dos Deputados a deputada Dorinha apresentou Emenda para que a UFNT já fosse criada com a instalação de câmpus também nos municípios de Xambioá, Colinas do Tocantins, Filadélfia e Guaraí. A Emenda foi acatada parcialmente pela relatoria, aceitando a proposta para Xambioá e Guaraí.



“Desde que o Projeto foi apresentado pelo Poder Executivo à Câmara dos Deputados vi que era o momento oportuno para defender a criação de uma universidade com potencial para se tornar referência em uma região ainda carente de oportunidades para os jovens. A inclusão dos câmpus de Xambioá e Guaraí foi uma conquista da minha constante luta pela descentralização das oportunidades de acesso ao ensino superior no Tocantins. A UFNT já nasce com a garantia de câmpus nesses municípios que certamente poderão se expandir para outros da região norte do Estado”, afirmou a deputada Dorinha.



Próximos passos



“O projeto tramitou na casa por três anos, conquistamos a aprovação na Câmara, no Senado e agora aguardamos a sanção presidencial para que os próximos passos sejam dados. Precisaremos definir com o Poder Executivo a questão orçamentária da nova universidade, os recursos para a construção dos câmpus de Xambioá e Guaraí e também a definição dos critérios para a escolha do novo reitor”, esclareceu Dorinha.



A UFT tem atualmente mais de 20 mil alunos, oferecendo cerca de 50 cursos presenciais de graduação, entre licenciaturas, bacharelados e cursos tecnológicos. A sede em Palmas e os câmpus de Gurupi, Arraias, Miracema e Porto Nacional continuarão sob a gestão do atual reitor, Luiz Eduardo Bovolato. Os cursos, alunos e cargos dos câmpus de Araguaína e Tocantinópolis serão automaticamente transferidos para a UFNT que terá orçamento e gestão própria.