Palmas, Tocantins -

Agronegócio


Feijão
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Apostando em novas variedades, produtores esperam colher 50 mil toneladas

Para aumentar a exportação os produtores tem inovado em novas variedades de feijão como o carioca e comum. Para o ano que vem se espera colher 50 mil toneladas do grão.
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Descrição: Feijão Carioca web

Os produtores tocantinenses apostam em novas variedades de feijão almejando conquistar outros mercados. Segundo o coordenador de Desenvolvimento Vegetal da Seagro, José Américo Vasconcelos, para aumentar a exportação os produtores tem inovado em novas variedades como o carioca e comum.

 

“Através de ações da Embrapa que tem investido em novos materiais, visando aumentar a produtividade com redução de custo, tem se investido em variedades. É uma atividade lucrativa e rentável ao produtor e por este motivo é uma área de grande interesse para o Estado”, informou.

 

Segundo Vasconcelos, para a safra do ano que vem que deve ser colhida nos meses de maio a junho, se espera uma produção de 50 mil toneladas destes grãos. “Esperamos produzir 50 mil toneladas localizadas nas principais plantações do Estado no município de Lagoa da Confusão, Dueré, Dianópolis, Araguaína e Gurupi”, informou.

 

Vasconcelos finalizou afirmando que há expectativas de alcançar outros mercados. “Para isto é necessário aumentar a quantidade de área plantada e também a produtividade. Atualmente  exportamos este grãos para a região do nordeste e comercializamos de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro”, disse.

 

Produção do feijão

O feijão é cultivado em praticamente todo o território nacional, porém grande parte da produção está concentrada em apenas 10 estados, PR, MG, BA, SP, GO, SC, RS, CE, PE e PA, responsáveis por praticamente 85% da produção nacional, atingindo anualmente cerca de 3,0 milhões de toneladas, distribuídas em três safras distintas, águas, seca e inverno.

 

Os dois gêneros de feijões cultivados no Brasil são Phaseulus e o Vigna, sendo que o primeiro é mais cultivado na região Centro Sul (carioca e preto), e o segundo na região Norte/Nordeste (macaçar/caupi).

 

(Com informações da Uni Feijão)