Palmas, Tocantins -

Agronegócio


Plano de Desenvolvimento
489 visualizações

Presidente do Sistema FAET/SENAR participa de reunião com ministra Kátia Abreu

Durante o encontro, o Plano de Desenvolvimento da Região Norte, que apresenta os desafios e as oportunidades para alavancar a agropecuária e o crescimento socioeconômico da região, foi apresentado
- Atualizada em
Descrição: Reunião foi realizada na quinta-feira, 21 Ascom Faet/Senar

O Plano de Desenvolvimento da Região Norte, que apresenta os desafios e as oportunidades para alavancar a agropecuária e o crescimento socioeconômico da região, foi apresentado à ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu. O estudo foi feito pelos pesquisadores da Embrapa e traz um diagnóstico de todos os sete estados do Norte do país, além de recomendações de programas e ações para desenvolver de forma sustentável a agricultura e a pecuária na região. Participaram da reunião representantes do setor agropecuário dos Estados da Região Norte, a exemplo do presidente do Sistema FAET/SENAR, Paulo Carneiro, do presidente do Sindicato Rural de Ponte Alta do Bom Jesus, Arnóbio Silva Queiroz e do secretário de Desenvolvimento Agropecuário do Estado do Tocantins, Clemente Barros.

 

De acordo com o diagnóstico, apresentado na quinta-feira, 21, atualmente apenas nos estados do Pará e de Rondônia a agropecuária está mais desenvolvida, correspondendo a 33% e 31%, respectivamente, do PIB do agronegócio da região.  Já no Amazonas, em Roraima, no Amapá e no Acre, a maioria da população vive nas grandes cidades, geralmente as capitais dos estados, contribuindo com uma pequena porcentagem do PIB do agronegócio. Grande parte do Tocantins, que também compõe a região, está inserida nas estratégias para o Matopiba.

 

Por isso, a ideia das propostas, programas e ações para a Região Norte serão transversais, levando em conta a região como um todo, e estaduais, tendo em vista as peculiaridades de cada um dos estados.

 

Entre as ações transversais estão a garantia e a segurança alimentar dos grandes centros urbanos, com a redução do preço da comida; o incentivo à fruticultura nativa e exótica para atender o mercado local, nacional e internacional e ainda abastecer as agroindústrias de suco e polpa; o fortalecimento de culturas comerciais específicas e intensivas no uso de mão-de-obra; a promoção da integração produtiva sustentável e competitiva da agropecuária; a ampliação da classe média rural - hoje, 95% dos produtores da região são pobres ou muito pobres - e também o incentivo às novas políticas públicas e privadas para a região. (Com informações da Ascom do MAPA).