Amastha leva Damaso ao PSB Nacional e costura chapa com Luxemburgo Senador

Em eleição aberta, há quatro meses da data final, nome de Osires Damaso corre por fora e ganha musculatura... Nesta quarta, encontro entre Carlos Amastha, Carlos Siqueira e Damaso pode render aliança

Em encontro recente, Amastha e Damaso em restaurante de Palmas
Descrição: Em encontro recente, Amastha e Damaso em restaurante de Palmas

O presidente do PSB Tocantins, Carlos Amastha está em Brasília nesta quarta-feira,11, acompanhado dos companheiros de partido Adir Gentil e Thiago Andrino, articulando o que disse ser ao Blog, o grande projeto de fortalecimento do PSB no Estado hoje.

 

Uma aliança entre Osires Damaso, do PSC -  que vem ganhando musculatura no interior nos últimos dias -  e o PSB no Estado está para ser oficializada entre os dois partidos.

 

“Na verdade se você olhar a pesquisa espontânea, nenhum dos dois (Dimas e Wanderlei) têm mais do que 4,5% da preferência do eleitor”, avalia o ex-prefeito de Palmas, que é pré-candidato a deputado federal.

 

“Os dois ainda vão precisar ter uma conversa”, diz Amastha sobre Wanderlei Luxemburgo e Damaso, mas acredita que esta chapa tem boas probabilidades de cair no gosto do eleitor. O perfil de Damaso, um empresário que também é político e tem o nome conhecido no Estado, num cenário em que falta articulação política de um lado e popularidade do outro, na análise de Amastha, pode propiciar ao deputado federal boas chances de crescimento.

 

A amigos, Damaso tem dito que trabalha “24 horas”, para fortalecer seu nome ao governo e que não tem nada acertado com ninguém ( se referindo a retirar a pré-candidatura para apoiar Dimas ou Wanderlei).

 

Faltando menos de cinco meses para as eleições não há cenário de favoritismo para ninguém. O que se vê é a chapa do governo com problemas internos e carecendo de um comando político que organize a casa, e a chapa de oposição, com o apoio de Eduardo Gomes, caminhando passo a passo sem grande empolgação por parte das lideranças políticas.

 

Em Natividade, recentemente ouvi de uma liderança tradicional da política local. “Vamos ver aí como fica. Não acertamos apoio com ninguém. Ainda vamos conversar. O governo tá aí com a máquina, no Ronaldo a gente não quer votar... se pelo menos o candidato fosse o senador, a conversa era outra. Vamos ver...”

 

De uma coisa ninguém duvida: o Tocantins terá uma eleição disputada como há muito tempo não se vê no Estado. Quem errar menos e construir mais, leva.

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