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Roberta Tum

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Estado precisa assumir papel no Azuis e Naturatins ficar fora do pleito pela terra

O tema será discutido hoje, 11, em Audiência Publica na Assembleia Legislativa.
- Atualizada em
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O Rio Azuis é objeto de discussão na Assembleia Legislativa nesta terça-feira, 11, pelos vários problemas enfrentados lá pelos comerciantes que vivem da atividade econômica que exploraram, num atrativo turístico que é dos mais importantes para o Estado.

 

Os problemas basicamente são dois: licença de funcionamento para todos que ali estão, independente das discussões de posse travadas nas brigas familiares e paroquiais que se arrastam na Justiça, e enfrentamento dos problemas criados em parte pelo próprio Estado, no decorrer de outros governos.

 

Estacionamento asfaltado e escadarias que dão acesso ao leito do rio, um dos menores do mundo, foram problemas criados pelo próprio Estado em outros tempos, na tentativa de ajudar a facilitar o acessos ao destino turístico.

 

Cuidar da captação de água, e do tratamento do esgoto no Azuis, nas proximidades de Aurora, onde a população ainda sofre com o serviço precário ofertado pela ATS é obrigação do Estado, que não pode nem deve ser transferida a pequenos comerciantes, proprietários ou não destas áreas às margens do Azuis.

 

O que os associados virão pedir aos deputados é pleito justo e que precisa ser olhado com atenção.

 

A briga pela posse que já se dá na Justiça por parte de quem se julgou prejudicado na divisão da herança e partilha destas terras não impede autorização provisória de funcionamento para quem já está lá.

 

Assim como prazo, num termo de ajuste de conduta para que os associados se adequem às exigências de estruturas físicas mais adequadas para bares e restaurantes.

 

Muita coisa já mudou e melhorou no entorno do Azuis, e ninguém nega nem contesta o papel importante do órgão ambiental ao disciplinar como deve se dar a exploração desta importante fonte natural de recursos.

 

O problema é o exagero que tende a matar a fonte de renda de uma comunidade pobre, e que alimenta sua economia da exploração turística do rio.

 

Algo para deputados e representantes do governo repensarem.

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