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Distorção entre idade-série no Brasil teve baixa, mas número continua alto

Dados foram do Censo Escolar de 2019. As maiores taxas de distorção foram encontradas para os 6º, 7º e 8º anos, com 27,6%, 27,9% e 26,1%, respectivamente.
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Um estudo apontou que no ano passado mais alunos do ensino básico da rede pública estavam matriculados na série correspondente à idade, em relação a anos anteriores. Esse acompanhamento da educação básica de 2019 também mostrou o perfil e porcentagem da distorção entre a idade e série dos estudantes matriculados nos ensinos fundamental e médio das escolas brasileiras. 

 

Mas apesar da redução no número de estudantes matriculados fora da série adequada à sua idade, o Censo Escolar apontou que os resultados ainda são altos. A taxa de distorção para o ensino fundamental em 2019 é de 16,2% e de 26,2% para o ensino médio. 

 

As maiores taxas de distorção foram encontradas para os 6º, 7º e 8º anos, com 27,6%, 27,9% e 26,1%, respectivamente. Já no ensino médio a maior distorção encontra-se na 1ª série da rede pública, com 38,1% e 27,6%, respectivamente.

 

As taxas são calculadas pela equipe da Diretoria de Estatísticas Educacionais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Com isso, o indicador distorção idade-série permite acompanhar o percentual de alunos, em cada série, que têm idade acima da esperada para o ano em que estão matriculados. 

 

O Censo Escolar da Educação Básica tem como data de referência a última quarta-feira do mês de maio no ano da pesquisa. Este é o principal método para coletar informações referentes às diferentes etapas e modalidades da educação básica: regular, especial, profissional e educação de jovens e adultos (EJA).

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