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Cuidados com doenças respiratórias devem ser redobrados nesta época do ano

Rinite é uma das doenças mais comuns neste período, principalmente devido a baixa umidade do ar. Especialista alerta para atenção aos sintomas e cuidados. Doença não tem cura, mas pode ser controlada
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Descrição: Rinite é umas das doenças mais comuns nessa época do ano Divulgação/Imagem ilustrativa

Esta semana marcou o início oficial do inverno, mas no Tocantins o tempo é de muito sol, calor, poeira e baixa umidade do ar. Nesta época a população está propícia às doenças respiratórias como a rinite, que em alguns casos é associada ao resfriado, já que os sintomas são parecidos. O otorrinolaringologista, Hugo Rodrigues, explicou que é preciso atenção para distingui-los.

 

“A Rinite é uma inflamação aguda ou crônica da mucosa nasal e seus sintomas são coceira no nariz, espirro, nariz entupido e olhos lacrimejando. O resfriado é caracterizado pela infecção por vírus, que causam sintomas mais restritos, como tosse, desconforto no nariz e na garganta, espirros e febre baixa”, esclareceu o especialista.

 

 “A Rinite alérgica comumente é desencadeada por alérgenos que encontram-se em ambientes poluídos, poeira doméstica e em locais úmidos com mofo”, disse. Pacientes com outras doenças alérgicas, como asma, dermatite e a conjuntivite alérgica, familiares com histórico de alergias, podem apresentar risco para Rinite alérgica. A Renite não tem cura, mas pode ser controlada.

 

O tratamento da doença é feito com o uso de medicamentos com prescrição médica e higiene ambiental. “As crises podem ser evitadas se o paciente seguir algumas regras. Os ambientes da casa devem estar ventilados e ensolarados. A limpeza da casa deve ser feita com panos úmidos. Beba água regularmente e umedeça o nariz com soro fisiológico”, finalizou.

 

Queimadas

As queimadas também contribuem para o aumento de doenças respiratórias e quem mais sofre neste período do ano, em que aumentam os focos de calor são principalmente as crianças e os idosos. O Tocantins já ocupa o terceiro lugar no ranking nacional de queimadas com 719 focos de calor, conforme os números registrados de janeiro até maio, pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).