Palmas, Tocantins -

Cidades


Na Rota da Exportação

Fieto e Sebrae iniciam consultorias para empresas que desejam exportar

Consultorias tiveram início na manhã desta segunda-feira, 18, em Palmas .
- Atualizada em
Adilvan Nogueira

O empresário Divino Eterno Silva, da Dix Digital, empresa do setor de tecnologia com sede em Palmas, comemora o início das atividades do projeto Na Rota da Exportação e destaca que sua expectativa como empreendedor é alcançar novos mercados. “Já atendemos clientes de vários estados, mas desejamos também operar fora do Brasil, e acreditamos que esse projeto nos ajudará atingir esse objetivo, que é poder exportar nossas soluções (sistemas e aplicativos) que trazem ganhos e promovem a transformação digital dentro das empresas. E isso faz muito sentido dentro e fora do Brasil. Por isso, estamos aqui participando desse grande projeto encabeçado pela Federação das Indústrias (Fieto) e Sebrae”, diz Silva.

 

José Geraldo Pupin, dono da Finox, empresa do ramo de metalurgia, também tem boas expectativas em relação ao projeto. “Produzimos churrasqueira e grelhas em inox para área de lazer e a vontade de poder exportar é muito grande, por isso a nossa grande expectativa com o Rota da Exportação”, afirma o empresário, que aguarda ansioso o momento certo para mandar seus produtos pra fora do Brasil.

 

Com larga experiência em comércio exterior, o consultor Marcos Assis explica que a preparação das empresas tocantinenses para competirem no mercado internacional será feita em três fases, com consultorias voltadas à produção, adequação dos produtos para as demandas internacionais, estratégia e marketing.

 

“De uma forma geral já caminhamos para o planejamento de marketing, quando estaremos alinhando as possíveis demandas do mercado internacional aos produtos existentes nas empresas tocantinenses. Em seguida vem a parte operacional, que consideramos a mais importante, que trata da logística, dos riscos financeiros, da capitação de linhas de financiamento e da formação do preço para exportação. É essa fase (3ª) que envolve muita técnica de comércio exterior, as outras duas (1ª e 2ª) é provável que algumas empresas já estejam até adiantadas em seus processos de gestão”, finaliza.