Palmas, Tocantins -
Divaldo Rezende

Divaldo Rezende

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Meio Ambiente

Como acelerar a implementação do Acordo de Paris

O acordo de Paris e o acordo de mudanças climáticas, definidos em 2015 que substituirá o protocolo de Quioto e que necessita de recursos significantes para descarbonizar a economia mundial.
- Atualizada em
Acordo de Paris Ministério do Meio Ambiente

2018 mal começou e a grande pressão para concluir as regras do Acordo de Paris (2015) ganha um forte Aliado o presidente francês, Emmanuel Macron, que já em dezembro de 2017 realizou uma reunião com importantes atores, vários especialistas analisaram a importância e o resultado desta estratégia.!!! Os especialistas chamam atenção para o volume de recursos, na forma de fundos de investimento e de “green bonds”, que poderia ser colocado para que a economia mundial emitisse menos e contivesse a mudança do clima. O ponto  principal  é a redução dos riscos das operações nos países em desenvolvimento e, consequentemente, a redução do custo desse dinheiro na forma de juros mais baixos. Vários agentes importantes, alguns presentes à reunião de Paris, na direção de um “Clube de Iniciativas Financeiras para enfrentar a Mudança Global do Clima, com mais governos além do da França, bancos centrais, bancos de desenvolvimento e agências multilaterais, fundos soberanos e investidores institucionais, dispostos a avançar na experimentação de novos mecanismos de financiamento baseados no valor das ações de mitigação”. Um desses mecanismos seria um fundo que desse garantias a operações em países em desenvolvimento que resultassem em redução efetiva de emissões. Com certeza este mecanismos poderão ser uteis para o desenvolvimento sustentável do nosso estado.

 

O acordo de Paris e o acordo de mudanças climáticas, definidos em 2015 que substituirá o protocolo de Quioto e que necessita de recursos significantes para descarbonizar a economia mundial.

 

Bonds Verdes. São papeis emitidos para captar recursos para projetos que reduzam a emissão de gases de efeito estufa da atmosfera.

 

Divaldo Rezende é Engenheiro Agrônomo graduado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA, 1986), Mestre em Politicas Ambientais e Recursos Rurais pela Universidade de Londres- (Wye College, 1996) e Doutor em Biologia pela Universidade de Aveiro- Portugal (2009), onde fez também o seu pos doc  Em Ativos Ambientais  Atualmente é Vice presidente e Diretor Executivo do Instituto EcologicaI www.ecologica.org.br, coordena as atividades da área de estratégia e soluções bem como dirige as diversas atividades as demais áreas de atuação do Instituto.