Acusado de matar pecuarista é condenado a mais de 30 anos de detenção

Mineiro, réu confesso do assassinato da pecuarista Luciana Spíndola foi julgado e condenado a mais de 30 anos de detenção, em Araguaína.

Sebastião Luiz de Oliveira, conhecido como Mineiro, réu confesso do assassinato da pecuarista Luciana Spíndola foi julgado e condenado a mais de 30 anos de detenção na tarde desta segunda-feira, 29, em Araguaína.

 

Ao Portal T1 Notícias, Julio César Spíndola, filho da vítima informou que houve condenação por unanimidade do júri. “Houve condenação por unanimidade pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, lesão corporal e porte ilegal de arma de fogo”, explicou.

 

Spíndola informou também que mesmo com a condenação, Sebastião ainda pode responder ao crime em liberdade. “Segundo o juiz ele tem condições de responder em liberdade até a apreciação dos recursos, por esta razão a justiça ainda não foi feita, pois o ideal é que a condenação fosse efetivada com a prisão imediata. Mas estamos felizes, pois foi dado mais um passo para resolver esta situação. Agora dependemos somente dos trâmites legais da justiça”, disse.

 

Entenda

O crime aconteceu em 2005 e foi motivado pela retirada de 400 cabeças de gado de um pasto de Sebastião que foi alugado por Luciana.

 

Segundo informações do filho da vítima, Luciana havia alugado o pasto de Oliveira e após o que havia sido combinado entre as partes mudou, o que fez com que ela retirasse o seu gado da propriedade alugada. “Quando ela foi com o pessoal dela retirar o gado, ele descarregou um 38 pelas costas dela. Deu cinco tiros, dois acertaram e mataram minha mãe”, informou na época em que deveria ocorrer o primeiro julgamento.

 

Mineiro teria fugido do flagrante e um habeas corpus foi concedido a ele pelo desembargador Carlos Souza.

 

Julgamento

O julgamento de Sebastião era pra ter acontecido no dia 26 de abril, mas foi adiado para 14 de maio, porque o réu chegou atrasado e sem seu advogado. Em 14 de maio, foi novamente adiado, porque, segundo informações passadas na época pelo defensor público, o réu teria uma cirurgia de cateterismo marcada para a data.


 

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