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Protesto
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Com objetivo de conscientizar sobre negociação bancários fazem manifestação

O Sindicato dos Bancários vai realizar uma manifestação para informar a sobre como estão as negociações da campanha salarial 2012/13 da categoria. Ainda nesta terça, acontece a 4ª rodada de negociações entre o Fenaban que deve apresentar suas propost
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Descrição: Presidente do SINTEC, Célio Mascarenhas Assessoria

No dia do bancário, comemorado nesta terça-feira, 28, o Sindicato dos Bancários do Tocantins-SINTEC/TO, vai realizar uma manifestação a partir das 10h em frente a agência do Bradesco Urbano, na Av. JK. O objetivo do ato público é informar a sociedade e os bancários de como estão as negociações da campanha salarial 2012/13 da categoria.

 

Ainda na ocasião, uma equipe do SINTEC/TO irá percorrer as agências do Itaú, Banco do Brasil, Santander, Caixa Econômica Federal e HSBC par distribuir panfletos orientando a população. Também serão distribuídos picolés, simbolizando a frieza de como os bancários estão sendo tratados.

 

Para o presidente do SINTEC, Célio Mascarenhas, o momento é oportuno para conscientizar cada funcionário das condições precárias que a classe enfrenta. “Defendemos condições dignas de trabalho para cada bancário, não somos a favor da greve, mas é uma medida que caso seja necessária deve ser adotada”, destacou Mascarenhas.

 

Negociações

 

Ainda nesta terça, acontece a 4ª rodada de negociações entre o movimento sindical e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Segundo o combinado, a instituição irá apresentar suas propostas econômicas aos bancários e uma nova reunião deve ser marcada para abordar as discussões específicas com as direções da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil.

 

Entre as reivindicações estão mais contratações, garantias contra demissões imotivadas, fim da rotatividade, respeito à jornada de seis horas e fim das terceirizações. Universalização dos serviços bancários em substituição aos correspondentes.

 

Confira as reivindicações:


Fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, programa de reabilitação profissional; obrigatoriedade da porta de segurança em todas as agências e postos, fim da guarda das chaves do cofre e das unidades por bancários e vigilantes, proibição ao transporte de numerário por bancários, biombos e divisórias para garantir privacidade nos saques e melhoria da assistência de saúde às vítimas de assaltos e sequestros, inclusão na Convenção Coletiva dos planos de ação dos bancos de combate às discriminações, elaborados a partir do Mapa da Diversidade e realização de novo censo para avaliar resultados das medidas em defesa da igualdade já implantadas, r
eajuste salarial de 10,25% (reposição da inflação mais 5% de aumento real), piso salarial de R$ 2.416,38, equivalente ao salário mínimo do Dieese e PLR de três salários mais R$ 4.961,25 fixos e PCS para todos os bancários, reajuste para R$ 622,00, valor do salário mínimo nacional, para o auxílio-refeição, a cesta-alimentação, o auxílio-creche/babá e a 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição no mesmo valor e parcelamento do adiantamento de férias em até dez parcelas iguais. Salário do substituto igual ao do substituído e universalização dos serviços bancários em substituição aos correspondentes.

(Assessoria)

 

 

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