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Paralisação
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Em greve, servidores federais fazem manifestação na Rodoviária de Palmas

Os grevistas mostraram faixas, distribuíram panfletos e lembraram de suas reivindicações.
- Atualizada em
Descrição: Manifestação de servidores na Rodoviária Divulgação

A greve dos servidores públicos federais continua e nova manifestação foi realizada na última sexta-feira última, 24, na Rodoviária de Palmas.  Os grevistas mostraram faixas, distribuíram panfletos, proferiram palavras de ordem e informaram a população sobre a importância e os motivos da greve.

 

Entre as reivindicações dos grevistas estão à melhoria de salário, nas condições de trabalho e novos concursos públicos para atender a população, como exemplificado durante a manifestação por Jardel Florêncio da ANTT. “No Estado a ANTT conta com apenas três servidores trabalhando na fiscalização dos transportes em todo Tocantins”, disse.

 

O servidor do IFTO, Expedito, enfatizou a necessidade de instituir a previsão legal de destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a Educação, “o capital humano como a verdadeira riqueza das nações”.

 

Para Flávio, o governo negocia de má fé. “Depois de sete reuniões com governo sem nenhuma proposta concreta, o governo criou mero simulacro de negociação o que gerou a atual crise de governabilidade, em face de mais 300 mil servidores em greve, em 33 setores do governo”, destacou.

 

Os grevistas reivindicam

1)      Reposição das perdas inflacionárias dos últimos anos. No caso da INCRA e DNPM, a equiparação salarial com as carreiras do Ministério da Agricultura e agências reguladoras, respectivamente;

2)      Contração de pessoal por meio de concurso público;

3)      Melhores condições de trabalho, aumento do efetivo e estruturação das carreiras;

4)      Data Base para reposição da inflação, para que não sejam necessárias futuras greves, com o objetivo de garantir o poder de compra do servidor;

5)      Melhoria na infraestrutura dos órgãos em estado de precarização;

6)      Revogação imediata das propostas legislativas que retire direitos dos servidores ou contrários aos direitos dos povos indígenas e assentados;

7)      O setor da educação defende ainda a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a Educação.