Palmas, Tocantins -

Estado


Na região sul

Estado deve iniciar em maio reconstrução de mais de 100 km de asfalto em rodovias

Obras de reconstrução serão realizadas nas rodovias da região sul TO-498 e TO-387, beneficiando os municípios de Jaú do Tocantins e Palmeirópolis
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Linconl Filho/Governo do Tocantins

A região sul do Tocantins receberá obras de restauração do pavimento asfáltico em mais de 100 km de rodovias estaduais. O Governo do Tocantins, por meio da Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto), realizou a contratação da empresa responsável pela execução dos serviços e as obras devem ser iniciadas em maio deste ano. O investimento proporcionará melhor trafegabilidade em trechos de duas rodovias estaduais e terá impacto direto nos municípios de Jaú do Tocantins e Palmeirópolis.

 

As rodovias beneficiadas são a TO-498, com o trecho de 78 km de extensão, que vai do entroncamento com a TO-373 até o limite do perímetro urbano de Jaú do Tocantins e, de lá, até o entroncamento com a TO-387; e na TO-387, trecho de 28 km extensão, que vai de Palmeirópolis até a divisa com o Goiás. No total, os trechos que serão reconstruídos têm 106 km.

 

As obras incluem a retirada do asfalto degradado, a reutilização dos agregados do pavimento antigo para a reconstrução, a aplicação de nova capa asfáltica e da sinalização viária horizontal e vertical. O valor total das obras será de R$ 34.979,004,78. A responsabilidade pela execução dos trabalhos de restauração é do Consórcio Caiapó.

 

De acordo com a secretária da Infraestrutura e presidente da Ageto, Juliana Passarin, diversas obras voltadas para infraestrutura viária estão em execução ou com previsão para início ainda este ano. “O Governo do Tocantins vem atuando de forma estratégica visando a modernização do sistema logístico estadual, especialmente, na matriz rodoviária. Estamos com obras de restauração, construção de pontes e correções de erosões. Algumas rodovias já estão recebendo a intervenção necessária para ampliar a sua capacidade de peso, para o tráfego de veículos de carga”, reforça Juliana.