Sindifiscal convoca trabalhadores a aderirem à greve geral contra reformas de Temer

Presidente da Pública - Central do Servidor e Sindifiscal pede que toda a população se manifeste na próxima sexta-feira, 30, contra as reformas trabalhistas do governo federal, com saída da JK

Presidente da Central do Servidor e Sindifiscal pede mobilização
Descrição: Presidente da Central do Servidor e Sindifiscal pede mobilização Crédito: Divulgação

As Centrais Sindicais e movimentos sociais do Tocantins aderiram à Greve Geral que acontecerá na próxima sexta-feira, dia 30,com ressonância por todo o país, contra as reformas trabalhista e da Previdência. A ideia é agregar trabalhadores de todas as frentes, impactando a iniciativa privada e o serviço público. A Pública - Central do Servidor, e o Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Tocantins (Sindifiscal) integram a organização do movimento. “Convocamos toda a população à manifestar sua insatisfação com o que estão fazendo com nossos direitos. A dignidade do trabalhador está em jogo e pode ser liquidada em detrimento do interesse de grandes corporações. O governo federal demonstra que está a serviço do capital e nós não vamos nos conformar”, enfatiza o sindicalista Carlos Campos, que no Tocantins preside a Pública - Central do Servidor e o Sindifiscal.

 

“O povo está com seus olhos voltados aos parlamentares da bancada federal, já que hoje eles têm o poder de decidir sobre as reformas, mas em 2018 é a população quem decide por seus representantes, com poder de excluir do meio deles aqueles que optarem por defender o desmonte da previdência e dos direitos trabalhistas. Esse é o sentimento que toma conta do trabalhador por todo o país. Essas reformas, na forma em que foram propostas, não servem para a sociedade”, reflete o presidente.

 

“O parlamentar tem que entender que se votar a favor dessa agenda de austeridade contra a população, estará votando contra a sua base eleitoral. É de extrema importância que todos entrem em contato com esses parlamentares, seja por telefone, whatsapp, email ou pessoalmente e demonstrem sua indignação por essa articulação que age de forma maquiavélica, injusta e desigual contra o trabalhador e toda a sociedade, buscando favorecer, ainda mais, grupos detentores do poder econômico que têm interesse direto nessas reformas’’, completa Campos.

 

 

Organização

 

Ao longo de uma série de reuniões que ocorreram na última semana, representantes de classes do Tocantins discutiram as formas de mobilização que darão tom ao ato que terá início às 7h30 e ocorrerá na Avenida Juscelino Kubitschek, JK, tendo como ponto de concentração o Centro Educacional São Francisco de Assis, seguindo para a rotatória em frente ao banco Bradesco.

 

Segundo o que foi acordado pelos líderes das centrais, sindicatos e movimentos sociais, carros de som, faixas e standarts confeccionados pela Frente Brasil Popular farão a composição visual da mobilização.

 

Até o dia do ato, em contagem regressiva, A Pública - Central do Servidor e o Sindifiscal, junto às demais centrais e sindicatos, dão execução à uma agenda de definições logísticas e articulações políticas para o êxito da mobilização.

 

Compõem a organização a Pública - Central do Servidor,  Central Única dos Trabalhadores do Tocantins (CUT- Tocantins),  Nova Central Sindical de Trabalhadores no Tocantins (NCST-TO), União Geral dos Trabalhadores do Tocantins (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Tocantins (CTB- Tocantins), Força Sindical e os movimentos sociais, como a Frente Brasil Popular.

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