Palmas, Tocantins -

Cidades


Em 2021

Palmas apresenta melhor crescimento de empregos formais entre as capitais, diz Caged

Dados do Novo Caged demonstram aumento de 9,17% no número de trabalhadores com carteira assinada.
- Atualizada em
Lira Mara

Considerando o percentual de empregos formais criados em 2021, Palmas lidera o ranking entre as capitais brasileiras, com uma taxa de crescimento de 9,17% de novos postos de trabalho. O percentual é o resultado da comparação do estoque de carteiras assinadas em dezembro de 2020 - 70.211 empregos formais - com o estoque de outubro deste ano, 76.647 postos de trabalho. De janeiro a outubro de 2021, Palmas registrou a criação de 6.436 novos empregos (saldo), sendo 30.708 admissões e 24.272 desligamentos.

 

Conforme os dados do Novo Caged, Palmas teve em outubro deste ano o segundo mês com melhor saldo de novos postos de trabalho, 852 empregos formais; atrás apenas do resultado de junho, 885 carteiras assinadas. Em outubro de 2020, o saldo foi de 300 empregos formais, sendo 2.706 admissões e 2.406 desligamentos. De janeiro a dezembro do ano passado, o saldo de empregos formais na Capital tocantinense foi negativo de 1.142, sendo 26.223 admissões e 27.365 desligamentos.

 

“Vivemos dois anos bastante difíceis, este quadro de melhora da economia, de novas admissões, aponta um avanço também no combate à pandemia da Covid-19. Liderar este ranking é mais uma prova de que estamos no caminho certo. Mais uma vez Palmas encabeça uma lista positiva em meio a esta Pandemia”, pondera a prefeita Cinthia Ribeiro.

 

A secretária municipal de Desenvolvimento Econômico e Emprego, Mila Jaber, argumenta que a gestão municipal tem adotado todas as medidas para incentivar a geração de emprego e renda na Capital tocantinense, atendendo uma das demandas mais urgentes da população. “Esses resultados que destacam Palmas no cenário nacional é fruto do trabalho que vem sendo realizado pela Prefeitura de Palmas, através do Banco do Povo, que injeta dinheiro direto na economia; dos programas de geração de renda e de cunho social; o processo de desburocratização com a Casa do Empreendedor liberando mais de 80 alvarás por dia, criando um ambiente favorável para a abertura de pequenos negócios e que geram empregos”, detalha.

 

A Gestão Municipal lançou em outubro o movimento "Palmas volta por cima", com diversas ações para incentivar o crescimento econômico da Capital e a retomada das atividades quando os números da pandemia da Covid-19 estão estáveis e a vacinação da população está avançada. A Prefeitura de Palmas tem atuado, principalmente, em duas frentes no combate da Covid-19, com os protocolos de saúde e atendimento dos doentes e com a ampla vacinação da população, com campanhas diárias de conscientização sobre a importância da imunização da população para, inclusive, incentivar o crescimento econômico.

 

Detalhamento

 

Por grupamento, o maior percentual de crescimento de empregos foi na Construção, 42,5%; ao comparar o estoque de empregos em outubro de 2020 (4.151) e de 2021 (5.914). O segundo melhor resultado em percentual de crescimento foi do Comércio, 11,2% sendo 17.336 postos de trabalho em outubro do ano passado e 19.280, em outubro deste ano. Na terceira posição em taxa de crescimento (8,9%) aparece a Indústria, com 4.474 empregos formais em outubro de 2020 e 4.871, no mesmo mês deste ano. Em número total de empregos formais, os serviços registram o maior estoque de trabalho formal em Palmas, sendo 43.596 em outubro de 2020 e 46.174, em outubro de 2021.

 

Dos 6.436 novos trabalhos formais criados de janeiro a outubro deste ano, 4.122 são ocupados por homens (64%) e 2.314 por mulheres (36%); 74% (4.763 trabalhadores) possuem nível médio como escolaridade; sendo que 49,4% (3.179 trabalhadores) têm de 18 a 24 anos.

 

Ranking das capitais: percentual de crescimento do total de empregos em dezembro de 2020 e em outubro de 2021

 

1º - Palmas (TO): 9,17%

2º - Cuiabá (MT): 9,05%

3º - Manaus (AM): 8%

4º - São Paulo (SP): 7,95%

5º - São Luís (MA): 7,79%

6º - Boa Vista (RR): 7,55%

7º - João Pessoa (PB): 7,40%

8º - Goiânia (GO): 7,34%

9º - Campo Grande (MS): 6,86%

10º - Porto Velho (RO): 6,77%

11º - Brasília (DF): 6,52%

12º - Belo Horizonte (MG): 6,47%

13º - Maceió (AL): 6,43%

14º - Rio Branco (AC): 6,23%

15º - Curitiba (PR): 5,99%

16º - Macapá (AP): 5,78%

17º - Natal (RN): 5,31%

18º - Florianópolis (SC): 5,11%

19º - Recife (PE): 4,96%

20º - Fortaleza (CE): 4,93%

21º - Teresina (PI): 4,83%

22º - Belém (PA): 4,65%

23º - Vitória (ES): 4,59%

24º - Salvador (BA): 4,24%

25º - Rio de Janeiro (RJ): 3,84%

26º - Aracaju (SE): 2,90%

27º - Porto Alegre (RS): 2,48%