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Novo Decreto
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Porto Nacional também permitirá a abertura do comércio na segunda-feira, 30

O mais provável é que a medida seja estendida a todos os segmentos do comércio, preservando algumas cautelas exigidas, dos setores que continuaram funcionando.
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Descrição: Reunião do segmento econômico. Lidevino Ferreira

O comércio de Porto Nacional, praticamente fechado desde a última sexta-feira, 20 com a quarentena adotada como estratégia de isolamento social para quebrar a cadeia de transmissão do coronavírus (Covid-19), retomará suas atividades econômicas na segunda-feira, 30, mas de forma "limitada" e com alguns ajustes nos atendimentos de modo geral. O novo Decreto Municipal deverá ser publicado neste sábado, 28.

 

Os critérios, data e o plano de contingência para reabertura dos estabelecimentos foram debatidos na manhã dessa sexta-feira, 27, numa reunião entre a Prefeitura, o COE - Comitê Operacional de Emergência contra a Covid-19, a Procuradoria-Geral do Município, Defensoria Pública, CDL - Câmara de Dirigentes Lojistas, Acisa-PN - Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agropastoril de Porto Nacional, o Departamento de Posturas e Obras, dentre outros órgãos.

 

Com toda discussão sobre o efeito negativo que a economia portuense sofrerá, a Gestão Municipal estuda flexibilizar, temporariamente, as medidas restritivas relacionadas ao funcionamento de algumas atividades econômicas, desde que atendam às orientações de prevenção da Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

 

Medida deve contemplar todos os segmentos do comércio

 

O mais provável é que a medida seja estendida a todos os segmentos do comércio, preservando algumas cautelas exigidas, dos setores que continuaram funcionando.

 

Supermercados, pet shops, postos de combustíveis e farmácias, por exemplo, tiveram que regular a entrada de público para evitar aglomerações, reforçar a higienização dos ambientes, oferecer equipamentos de segurança aos funcionários e manter a distância entre os clientes.

 

De acordo com o presidente da CDL, Gildeny Jorge, embora a decisão do Governo Municipal em permitir a reabertura de alguns segmentos, isso ocorrerá com restrições. “Somente os estabelecimentos que oferecem produtos essenciais ficaram abertos. Então, entendendo essa situação, nos reunimos para tentar ‘desobstruir’ essa paralisação da qual já vem trazendo grandes problemas para a economia local” explicou ele.

 

A busca por um equilíbrio entre a prevenção do coronavírus e o funcionamento da economia foi exposto, igualmente, por representantes de diversos setores. “Todos vieram para fazer parte da solução e não, do problema”, destacou o advogado Pedro Biazotto, representando os comerciantes portuenses.

 

Ele explicou, também, que todos entenderam a necessidade de conciliar o combate à crise sanitária com o combate à crise econômica. No viés de ideias, a flexibilização, com todos assumindo a responsabilidade de limitar as atividades econômicas, para superar o momento difícil de combate às crises.