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Sindicância aberta pela prefeitura de Palmas investiga morte de Nilo Alves na UPA Sul

A secretaria de saúde da Capital informou que realiza diligências para apurar a denúncia de que houve negligência no atendimento de Nilo Alves, que morreu por complicações da Covid-19
- Atualizada em
Divulgação

A Secretaria Municipal da Saúde (Semus) de Palmas abriu uma sindicância para investigar irregularidades no atendimento ao jornalista Nilo Alves, que faleceu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região sul, onde estava pela segunda vez internado para tratamento da Covid-19.

 

A sindicância foi aberta por determinação da prefeita Cinthia Ribeiro (PSDB) para apurar denúncias de que houve negligência no atendimento de Nilo Alves na UPA Sul. A denúncia partiu de familiares, apontando que houve insuficiência de suprimento de oxigênio e que Nilo esteve desassistido enquanto aguardava a transferência para um leito de UTI no Hospital Geral de Palmas (HGP).

 

Após a morte do paciente, foi divulgado um prontuário de atendimento da UPA Sul que relata a insuficiência de oxigênio na unidade no dia 12 de março, data em que Nilo morreu após uma parada cardiorrespiratória.

 

Em nota, a Semus declarou que está em curso a investigação deste caso. Confira:

 

Nota

 

A Secretaria Municipal da Saúde (Semus) informa que o processo do caso do jornalista Nilo Alves encontra-se em fase de investigação e realização de diligências para apuração dos fatos.