Palmas, Tocantins -

Estado


Caso de polícia
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Empresária palmense é identificada como suspeita de agredir enfermeiras em Brasília

De acordo com o site Diário do Centro do Mundo, Marluce possui problemas com seu CNPJ, estando ‘inapta‘ na Justiça por conta de uma dívida a uma instituição de ensino, e foi processada.
- Atualizada em
Descrição: Empresária Marluce tem problemas na justiça divulgação

Foi identificado mais um suspeito de agressão que integrou um clã bolsonarista responsável por atacar enfermeiras em Brasília. É a empresária de Palmas Marluce Carvalho de Oliveira Gomes, que deferiu ataques aos profissionais da saúde enquanto eles protestavam na capital do Brasil pelo descaso do Governo Federal perante a crise do novo coronavírus no país.

 

De acordo com o site Diário do Centro do Mundo, em postagem nesta terça-feira, 5, Marluce tem endereço registrado em Palmas e possui problemas com seu CNPJ, estando ‘inapta‘ na Justiça por conta de uma dívida a uma instituição de ensino. “Foi processada e até teve que penhorar bens”, diz o site.

 

Ao lado de Renan Sena, terceirizado no ministério da Mulher e dos Direitos Humanos, de Damares Alves, e do professor de inglês Gustavo Gayer,  Marluce engrossou o coro em favor das ações de Bolsonaro para enfrentamento do coronavírus. Agora, Marluce, juntamente com seus correligionários, enfrentará a Justiça novamente, desta vez pelo Conselho de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF).

 

Outro acusado identificado 

 

Renan da Silva Sena é um dos três manifestantes pró-Bolsonaro que agrediram enfermeiros durante uma manifestação ocorrida na sexta-feira , 1º, na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Ele, que também cuspiu nos profissionais de saúde, é funcionário terceirizado do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. É analista de projetos do setor socioeducativo, mas não aparece nem exerce atividades no Ministério desde março.

 

Ele estava com a empresária Marluce Carvalho de Oliveira Gomes e do professor de inglês Gustavo Gayer. O Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF) identificou o trio e, após juntar todo o material probatório das agressões, vai processá-los.