Palmas, Tocantins -

Geral


Saúde
108 visualizações

Síndrome do olho seco: especialista alerta para doença que acomete vários brasileiros

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a síndrome do olho seco afeta mais as mulheres, três mulheres para cada homem sofrem com a doença
- Atualizada em
Descrição: Médica oftalmologista, Susan Yano Divulgação

A síndrome do olho seco normalmente causa dor, ardência, irritação, coceira, vermelhidão e sensação de corpo estranho nos olhos. Sintomas que dificultam a realização de atividades simples do cotidiano, como ler, dirigir e assistir televisão ou usar o celular.

 

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a síndrome do olho seco afeta mais as mulheres, três mulheres para cada homem sofrem com a doença.

 

Trata-se de uma anomalia na produção ou na qualidade da lágrima que provoca o ressecamento da superfície do olho, da córnea e da conjuntiva, como explica a médica oftalmologista, Susan Yano.

 

“A lágrima, ou filme lacrimal, é um líquido produzido pelas glândulas lacrimais. Ela é composta por água, sais minerais, proteínas e gordura, com a função de lubrificar, limpar e proteger o olho das agressões causadas por substâncias estranhas ou micro-organismo. ”, comenta.

 

De acordo com a médica oftalmologista, Susan Yano, os principais sintomas são ardor, vermelhidão e coceira nos olhos.

 

"Existem casos bem intensos e casos leves. Por isso, muita gente tem a síndrome e não sabe, pois, o incômodo às vezes não é tão grande, mas, por exemplo, quem usa em excesso smartphones e passa mais tempo olhando para telas, acaba acentuando os sintomas da síndrome", explica a especialista, Susan Yano.

 

Portadores da síndrome do olho seco precisam de acompanhamento oftalmológico. Sem tratamento, podem ocorrer lesões na córnea que comprometem a qualidade da visão temporária ou até de forma definitiva.

 

O tratamento é feito com a aplicação de lágrimas artificiais, ou seja, de lubrificantes oculares, sob a forma de colírio. Eles ajudam a aliviar os sintomas e, geralmente, não costumam ter efeitos adversos. É indispensável, porém, identificar e controlar as causas do distúrbio.

 

Release com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).