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Marilon Barbosa anuncia saída do PSB e diz que está definindo para qual partido ir

Adiantou que vai seguir o projeto político de seu irmão Wanderlei Barbosa (PP), pré-candidato à prefeitura da Capital.
- Atualizada em
Descrição: Marilon Barbosa Divulgação

O presidente da Câmara Municipal de Palmas, vereador Marilon Barbosa, confirmou ao T1, no domingo, 19, que vai deixar o PSB do ex-prefeito Amastha. Assumiu que a disputa por uma cadeira no parlamento municipal deste ano será muito difícil que nos pleitos anteriores, mas adiantou que vai tentar a reeleição.


 

Marilon está decidido que não fará mais parte da legenda socialista, porém ainda não definiu por qual legenda vai disputar a reeleição. “Estou avaliando para qual partido migrar; não precisa pressa, mesmo porque tenho muito tempo para conversar e me entender com lideranças de outros partidos”, resumiu, lembrando o prazo para a janela partidária expira no início do mês de abril.


 

Nos bastidores, Marilon Barbosa chegou a ser cogitado como possível candidato a vice-prefeito na chapa da prefeita Cinthia Ribeiro (ainda no PSDB). Sobre essa especulação, o presidente descartou qualquer hipótese e afirmou que vai acompanhar o projeto político do irmão Wanderlei Barbosa (PP), que é pré-candidato a prefeito de Palmas.


 

Ao reconhecer que a eleição para vereador deste ano será bem mais difícil que nos pleitos anteriores, disse que pretende disputar  a reeleição por uma legenda que esteja estruturalmente organizado, que disponha de um fundo partidário e eleitoral considerável. “Temos que ter uma chapa com nomes fortes e competitiva, capaz de eleger um bom número de vereadores”, avalia.


 

Pelos números do TRE-TO, de 2019, Palmas conta com 176.899 eleitores. Nas eleições municipais de 2016, a disputa para vereador teve 134.950 votos válidos.


 

As coligações, agora com a nova legislação eleitoral, são diferentes para a disputa majoritária e a disputa proporcional. Por exemplo, pode haver uma grande coligação de partidos apoiando o candidato a prefeito, mas o que não é permitido é fazer coligação proporcional com partidos que apoiam outro candidato a prefeito.


 

As coligações nas votações para vereador, ainda de acordo com as novas regras, aumentam as chances de partidos menores, com menos candidatos e votos, de conseguir representantes no parlamento.