Palmas, Tocantins -

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Roberta Tum

Roberta Tum

roberta.tum.9 @robertatum

Colunista do Editorial Minha Opinião


Bastidores
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A guerra do vice, jurídica e política, continua no Democratas

Lucas Meira não foi "engolido". Problemas judiciais somam-se ao perfil político, de pouca identidade com Palmas e causa reações indigestas na coligação. O Democratas segue com o abacaxi para descascar
- Atualizada em
Descrição: Lucas Meira e Carlos Gaguim Montagem/T1 Notícias

Não terminou com o registro do nome do candidato a vice-prefeito da chapa da prefeita Cinthia Ribeiro, do PSDB, a guerra pela troca do nome, que legalmente ainda pode acontecer. Respondendo processos judiciais que omitiu ao colocar seu nome na disputa – referendado pelo deputado federal Carlos Gaguim – o empresário Lucas Meira bateu o pé para ficar na chapa, constituiu banca de advogados e prometeu judicializar caso fosse afastado.

 

A atitude -  desde a forma como construiu a indicação – até a maneira como insistiu em ficar onde se tornou “persona non grata”, repercutiu profundamente no Democratas. Pode haver reviravolta nos próximos dias em torno do tema.

 

Antes da confusão, Lucas já pisava “de salto alto”, afirmam apoiadores da prefeita. Um exemplo foi contratar equipe própria de marketing para gravar seus conteúdos. Mas para além da questão dos processos bem complicados que responde, haveria o fator político, uma vez que mesmo presidente do Palmas, Lucas Meira não “criou liga”com a cidade.

 

Nos bastidores, compara-se, não é páreo para um Milton Néris, ou para um Joseph Madeira. O primeiro, pioneiro, extremamente ligado a região Sul da Cidade. O segundo, maranhense que chegou pobre na capital nos anos 90 e fez a vida. “O vice tem que somar, não pode dividir, nem subtrair”, resumiu um pré-candidato a vereador.