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Roberta Tum

Roberta Tum

roberta.tum.9 @robertatum

Colunista do Editorial Minha Opinião


Bastidores
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Bolsonaro chega após Carlesse destravar empréstimo com ajuda de Gomes e Alcolumbre

Equipe da Caixa no Tocantins criou entraves para liberação do empréstimo, mas não resistiu à determinação do ministro Paulo Guedes para atender o governador Carlesse
- Atualizada em
Divulgação

O governador Mauro Carlesse (DEM) receberá finalmente nesta quinta-feira, 12, em Palmas o presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem partido) num evento para prefeitos, deputados e imprensa, no auditório do Palácio Araguaia.

 

Digo finalmente por que foram duas datas marcadas e adiadas. Mas, como diz o ditado, alguns pratos é melhor que se coma frio para bem apreciar.

 

A presença de Bolsonaro esta semana no Tocantins põe fim à novela da assinatura do empréstimo com a CAIXA, que vai movimentar o ano de 2020 com obras e recursos federais em todo Estado.

 

É um ano diferente. Nele os prefeitos se elegerão, ou reelegerão.

 

A luta para destravar o empréstimo, que vinha embaraçado nos trâmites burocráticos da CAIXA, começou quando a Superintendência do banco no Tocantins levantou números diferentes dos governamentais sobre a saúde financeira do Estado.

 

Diante da divergência, entrou em campo o senador Eduardo Gomes, líder de Bolsonaro no Congresso. O governador voou para Brasília acompanhado do seu secretário forte da área econômica, Sandro Henrique Armando. 

 

Durante café da manhã na casa de Alcolumbre, Gomes acionou o ministro da Economia Paulo Guedes, que determinou que o governador do Tocantins fosse atendido em suas reivindicações.

 

Ao encontro, somou-se o representante da CAIXA. Batido o martelo, além do empréstimo já previsto, Carlesse garantiu mais R$ 5 milhões para outro projeto.

 

No fim das contas, as obras para os municípios sairão, e os aliados da bancada federal terão o poder, junto com o governador, de destinar estes recursos.

 

Um momento de muito prestígio para o governo tocantinense em Brasília. Prestígio revertido em dinheiro grande para financiamentos que vão mudar o mapa da infra-estrutura do Estado ano que vem.