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Operação Catarse
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Assessora e chefe de gabinete de deputada são indiciadas pela Policia Civil

Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública elas foram indiciadas pela Polícia Civil pelos crimes de peculato e falsidade ideológica.  Valores pagos com salários passam de R$ 230 mil.
- Atualizada em
Indiciamento pela Operação Catarse. SSP - TO

Foi concluído na manhã desta segunda-feira, 08, e enviado à Justiça, o inquérito policial que investigava a existência de funcionário fantasma no gabinete da deputada estadual Valderez Castelo Branco (PP) na Assembleia Legislativa. O indiciamento acontece em procedimento instaurado no curso da Operação Catarse.


 

Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), duas pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil pelos crimes de peculato e falsidade ideológica.  Os valores utilizados para pagamento de salários das servidoras entre 2016 e 2018 ultrapassam a casa dos 230 mil reais.

 

 

Segundo o delegado Bruno Boaventura, da Delegacia de Investigações Criminais de Araguaína, uma das servidoras, Ligia Cavalcante Rodrigues Marinho, estaria lotada no gabinete de parlamentar desde 2015, em função administrativa em que há a necessidade de prestar serviços na Capital, porém ela reside em Araguaína.

 

 

“Também nas investigações identificamos que a chefe de gabinete (nome não informado pela SSP) isentava a servidora nas folhas de ponto em Palmas”, afirmou. 
Ainda de acordo com o delegado, a servidora teria afirmado que prestava serviços parlamentares em Araguaína.

 

 

“Porém, durante o interrogatório, não soube especificar a função administrativa do cargo ao qual estava investida”, ressaltou.

 

 

O T1 Notícias entrou em contato com a assessoria da deputada Valderez, que informou que ela ainda não foi notificada sobre o assunto e que estará à disposição para esclarecer qualquer situação oficial.