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Caso Elizabethe
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Laudo que aponta causa da morte pode ser divulgado na 2ª, diz SSP

O Perito responsável pelo laudo que apontará a causa mortis, segundo Assessoria de Comunicação, teria pedido a prorrogação do prazo até segunda, 2, para concluir o documento. O delegado responsável pelas investigações, Edson Parente, também não foi e...
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A Assessoria de Comunicação da Secretaria da Segurança Pública - SSP informou ao Site Roberta Tum que o laudo pericial que apontará a causa da morte da professora de teatro, Elizabethe Contini, 45, pode ser divulgado apenas na segunda-feira, 2. O prazo foi prorrogado a pedido do perito criminal responsável que participou de reunião nesta sexta por mais de três horas com assessores e delegados na sede da SSP. 

De acordo com informações da Assessoria de Comunicação,  o delegado responsável pelas investigações, Edson Parente, da Delegacia de Homicídios, não foi encontrado para falar do inquérito policial.

Além da necrópsia no corpo da vítima, foi realizada perícia no carro, na casa, no comércio, no celular, no notebook e em objetos pessoais da professora. Até o dia 16 de julho, três pessoas prestaram depoimento na Delegacia sobre o caso.

Entenda

O esposo da professora, João Abílio, registrou no dia 12 de julho, um boletim de ocorrência, na delegacia da mulher, informando o desaparecimento de Eleizabethe, que estaria, segundo ele, com comportamento estranho nos últimos dias e que sofria fortes alterações de humor. Abílio ainda disse que o casal passava por dificuldades financeiras. Na noite do dia 13, o corpo da professora foi encontrado enrolado em uma lona próximo a praia do Prata. A vítima apresentava sinais de estrangulamento.

Perfil

Elizabethe Contini, de 45 anos, era professora concursada do Centro de Criatividade, onde lecionava aulas para crianças e adolescentes, atuando na criação, montagem e direção de espetáculos teatrais como, o “Nós e Nossos Nós”, encenado pelos alunos em novembro de 2009, e que tinha a proposta de fazer o público repensar suas posturas pessoais, os nós, ou as amarras, reais ou imaginárias.