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Preso em Anápolis
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Médico suspeito de matar ex-mulher chega a Palmas para prestar depoimento

Álvaro foi levado para a Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), onde deve prestar depoimento antes de ser encaminhado para o presídio
- Atualizada em
Médico Álvaro Ferreira Silva Arquivo Pessoal

Após ter sido preso em Anápolis, na tarde de ontem, 11, o suspeito de matar a ex-mulher Danielle Christina, o médico Álvaro Ferreira Silva, chegou a Palmas na tarde desta sexta-feira, 12. De acordo com informações preliminares, Álvaro foi levado para a Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), onde deve prestar depoimento antes de ser encaminhado para o presídio.

 

Álvaro, que estava foragido desde a data do crime, deve ser encaminhado para a Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP), depois de prestar os devidos depoimentos. Em entrevista ao T1 Notícias na manhã desta sexta-feira, 12, o delegado titular da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), Pedro Ivo Costa Miranda, afirmou que não tem dúvidas quanto à participação do médico no homicídio da ex-mulher.

 

Defesa

 

A advogada, Josefa Barbosa, que atua na defesa do médico Álvaro Ferreira, principal suspeito de matar a professora Danielle Christina Lustosa, entrou em contato com o T1 Notícias para reafirmar a inocência de seu cliente e revelar novas informações a respeito das circunstâncias do relacionamento entre o médico a professora.


Conforme a advogada do suspeito, ele não cometeu o homicídio, pois estava em Anápolis e nem foi o mandante. Ela explicou que após ter sido solto na audiência de custódia, Álvaro foi para a chácara de amigos na cidade goiana, de onde embarcou para uma viagem a Salvador (BA), na qual já tinha bilhetes de passagens comprados.

 

O caso


A professora Danielle Christina foi encontrada morta na própria residência, na quadra 1004 Sul em Palmas, na noite do dia 18 de dezembro, e o principal suspeito pelo crime seria o médico, que já havia sido preso no sábado, 16, por supostamente agredir Danielle, e foi solto no dia seguinte.

 

O médico chegou a mandar mensagens para a mãe da vítima, afirmando que era inocente. Em declarações dadas à imprensa também alegou que não teria qualquer participação no crime, que estava com a consciência tranquila e que assim que retornasse de viagem se apresentaria à polícia, o que não aconteceu.

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