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Polícia Federal
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PF deflagra operação em Palmas, Gurupi e Porto contra suspeitos de furtarem bancos

A investigação teve início após a ocorrência de um furto ocorrido em janeiro deste ano contra uma Agência da Caixa Econômica Federal em Gurupi
- Atualizada em
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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (27) a Operação “Cara Dura”, visando desarticular um grupo criminoso envolvido em dezenas de furtos cometidos contra várias instituições financeiras em diversos estados da federação.  Aproximadamente 26 Policiais Federais cumprem três mandados de busca e apreensão nas cidades tocantinenses de Palmas, Porto Nacional e Gurupi, além de três mandados de prisão preventiva nas cidades de Niterói/RJ e Belém/PA, todos expedidos pelo Juízo Federal da Subseção Judiciária de Gurupi. 

 

A investigação teve início após a ocorrência de um furto ocorrido em janeiro deste ano contra uma Agência da Caixa Econômica Federal em Gurupi, sul do Tocantins, da qual quatro homens subtraíram a quantia de R$150.000,00 em espécie que estava sob a responsabilidade de um funcionário da instituição e seria utilizado para o abastecimento dos caixas eletrônicos. 

 

As investigações apontaram o possível envolvimento de um empregado da Caixa Econômica Federal, além de um funcionário de empresa terceirizada que presta serviços à Agência da Caixa de Gurupi. 

 

Os investigados agiam sempre de forma coordenada se aproveitando da distração de funcionários e falhas dos sistemas de segurança das agências bancárias e instituições financeiras, sempre com a finalidade de subtrair dinheiro em espécie. A Polícia Federal encontrou indícios de que alguns dos investigados são responsáveis por quase 40 furtos cometidos contra instituições financeiras em diversos estados, com a utilização do mesmo modus operandi. 

 

Os investigados poderão responder pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa, cujas penas somadas podem ultrapassar dez anos de reclusão. 

 

O nome da operação se refere a forma como a organização criminosa praticava os ilícitos, ou seja, sem muita cautela e se aproveitando de pequenas oportunidades, no interior das instituições financeiras.