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PF investiga suposto esquema de propina que desviou R$ 3 milhões em prefeitura

Aproximadamente 30 policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão nos municípios Tocantinenses de Sampaio, Augustinópolis e Palmas
- Atualizada em
Divulgação

Na manhã desta quarta-feira, a Polícia Federal deflagrou a Operação “Highline” com o fim de desarticular grupo criminoso responsável por supostamente desviar recursos públicos do Programa Nacional de Transporte Escolar (PNATE) e Fundo Nacional da Saúde (FNS) através de fraude a licitações, superfaturamento de contratos, corrupção de agentes públicos e lavagem de dinheiro, na Prefeitura de Sampaio. 

 

Aproximadamente 30 policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão nos municípios de Sampaio, Augustinópolis e Palmas, todos expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. O nome da Operação “Highline” faz alusão ao veículo possivelmente utilizado pela organização criminosa para o pagamento de propina ao prefeito de Sampaio. 

 

A investigação é um desdobramento da Operação IMHOTEP, deflagrada em outubro de 2019, que desarticulou organização criminosa integrada por ex-assessores parlamentares estaduais, funcionários públicos e empresários, que teriam desviado cerca de R$ 3.000.000,00 de recursos públicos, por meio de superfaturamento de contratos. 

 

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, fraude em licitações, desvio de recursos públicos, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

 

A Polícia Federal ressalta que, em razão da situação de pandemia da COVID-19, foi planejada uma logística especial de prevenção ao contágio, com distribuição de EPIs a todos os envolvidos na missão, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas, investigados e seus familiares.