Palmas, Tocantins -
Gestão de Palmas
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Amastha repercute reportagem da Globo sobre evolução de Palmas em saneamento básico

Conforme a matéria, apesar de a região Norte ter os piores índices de atendimento, Palmas se destaca
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Prefeito de Palmas, Carlos Amastha Divulgação

O prefeito de Palmas e presidente em exercício da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), Carlos Amastha (PSB) repercutiu nesta terça-feira, 6, reportagem da Rede Globo que apontou o salto de qualidade da Capital na área de saneamento básico. “Os investimentos nas melhorias em saneamento básico em Palmas refletem a eficácia da nova política”, disse Amastha.

 

Conforme a matéria, apesar de a região Norte ter os piores índices de atendimento, Palmas se destaca. “Em 2015, a água tratada chegava a 56,9% da população, enquanto a coleta de esgoto alcançava 16,42% e o tratamento de esgoto apenas 8,66%”, aponta a reportagem. A reportagem mostra ainda que: “no entanto, uma cidade da região se destaca pelos avanços no setor: é Palmas, no Tocantins, a capital mais jovem do país. Lá, entre 2012 e 2015, o saneamento deu um salto, praticamente universalizando o fornecimento de água (de 91,06% da população para 99,99%) e aumentando tanto a coleta de esgoto (de 50,99% para 71,08% dos moradores) quanto o seu tratamento (de 32,64% para 45,15%)”.

 

Amastha relembra que, a partir de 2013, quando assumiu a Prefeitura, por sua exigência e empenho, a concessionária de água e esgoto que atua na Capital investiu R$ 300 milhões em Palmas. “As obras de saneamento sempre foram classificadas como “obras que não dão voto” porque não aparecem para a população. Não pensamos isso. Pensamos em fazer o melhor para a cidade e para o cidadão palmense”, disse. “Esses investimentos foram para a cidade. É dinheiro da população de Palmas que voltou em serviços que beneficiaram a população de Palmas. Enquanto outros políticos corriam atrás da concessionária cobrando recursos para benefícios próprios, nós pensamos como sempre apenas em Palmas”, complementou o prefeito, se referindo a denúncias de propina da Odebrecht, antiga concessionária, a políticos de várias siglas do Estado.

 

Segundo o prefeito, a delação do ex-presidente da Odebrecht Ambiental, Fernando Reis, que era a responsável na época pelos serviços na capital comprova sua declaração. Conforme o depoimento do executivo no âmbito da operação Lava Jato, Amastha não recebeu nenhuma quantia da empresa. “Nunca pagamos absolutamente nada a ele. Ao contrário. Ao contrário, nós paralisamos os investimentos, mandamos mais de mil funcionários embora”, relatou aos procuradores.