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Antonio Andrade diz estar pronto para destinar emendas para a compra de vacinas

“Eu estou pronto para dar minha contribuição com minhas emendas e assim ajudar na compra destas vacinas o mais rápido possível”, disse o parlamentar em sessão na Assembleia
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Descrição: Deputado Antonio Andrade (PTB). Joelma Cristina

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins (Aleto), deputado Antonio Andrade (PTB), se pronunciou durante a sessão da Casa desta quarta-feira, 24, sobre a decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) que liberou a compra de vacinas por estados e municípios.

 

“Eu estou pronto para dar minha contribuição com minhas emendas e assim ajudar na compra destas vacinas o mais rápido possível. É muito importante nos unirmos para sairmos desta dificuldade e salvarmos vidas”, ressaltou Andrade.

 

Ele destacou que caso haja esta possibilidade, além de dar sua contribuição pessoal, quer articular junto aos demais deputados a destinação do maior número possível de emendas para compra das vacinas.

 

Entenda a decisão do STF

 

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na terça-feira, 23, que estados e municípios podem comprar e fornecer à população vacinas contra a Covid-19. A decisão foi proferida em uma ação protocolada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

 

A medida foi autorizada apenas em caso de descumprimento do Plano Nacional de Vacinação pelo governo federal ou de insuficiência de doses previstas para imunizar a população. A liberação também vale para os casos em que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não conceda autorização em 72 horas para uso de imunizantes aprovados por agências reguladoras de outros países.

 

Número de doses previstas no Plano

 

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, prometeu aos governadores que serão distribuídas cerca de 230 milhões de doses de vacina até o final de julho. Até dezembro, o governo projeta distribuir cerca de 315 milhões de doses de vacina em 2021.

 

Esse número sobe para 455 milhões de doses quando o governo contabiliza lotes adicionais que ainda estão em tratativas com o Instituto Butantan e com a Fiocruz.