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Ao defender equilíbrio do TO,Carlesse pede estudos à Seplan e Sefaz sobre desoneração

Carlesse continua tendo na estabilidade o mote principal de sua campanha ao Governo
- Atualizada em
Governo interino diz que pediu estudos à Sefaz e Seplan sobre desoneração Divulgação

O governador interino e candidato ao Governo do Estado, Mauro Carlesse, continua sua campanha tendo como principal foco garantir a estabilidade do Estado caso eleito. Nesta terça-feira, 12, ele disse que a estabilidade vai gerar oportunidades para os empresários e trabalhadores tocantinenses e, ao falar sobre suas ações enquanto governador interino, declarou que já pediu estudos sobre quais setores do Estado podem ser desonerados, ou seja, ter menos carga tributária, para atrair investidores. 

 

“A oportunidade a ser gerada para as pessoas é a consequência da estabilidade do Estado”, defendeu o Governo interino.

 

De acordo com o governador, trata-se de um “círculo virtuoso”, uma vez que a estabilidade aumenta o nível de confiança do setor produtivo e, consequentemente, de investimentos. “Com esses investimentos as pessoas terão mais oportunidade de emprego com carteira assinada, aumento do consumo e aquecimento da economia. Com isso, o Estado arrecada mais, aumentando sua capacidade de investimentos e gerando novas oportunidades”, defendeu.

 

Ações de Governo

 

Como interino no cargo, Carlesse determinou às secretarias de Planejamento e da Fazenda a realização de estudos para saber quais setores podem ser desonerados, isto é, ter sua carga tributária reduzida com vistas à atração de empresas, sem esquecer as já instaladas no Estado, segundo informou à imprensa. 

 

Ele afirmou que concluídos esses levantamentos, o Governo enviará à Assembleia Legislativa projetos de lei que garantam segurança jurídica àqueles que desejam investir com segurança no Estado. “Vamos melhorar nossa legislação, como o Código Florestal [já em discussão na Assembleia Legislativa], e fazer os ajustes necessários para retomarmos o caminho do crescimento”, explicou Carlesse, reforçando que essas medidas são imediatas. “As de médio e longo prazos serão discutidas no momento certo”.

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