Carlesse comenta denúncia à Justiça Eleitoral e alfineta: "eles não vão me intimidar"

Em uma reunião com eleitores em Palmas, Carlesse se defendeu de ataques de seu adversário no 2º turno e comenta a denúncia à Justiça Eleitoral, que na manhã de ontem enviou a PF ao Palácio Araguaia

Carlesse durante reunião na 706 Sul, em Palmas nessa quinta-feira
Descrição: Carlesse durante reunião na 706 Sul, em Palmas nessa quinta-feira Crédito: Assessoria do candidato Mauro Carlesse

O governador interino e candidato ao Governo do Estado no segundo turno da eleição suplementar, Mauro Carlesse (PHS), esteve na noite desta quinta-feira, 14, reunido com moradores da Quadra 706 Sul, em Palmas, em encontro organizado pelo vereador Rogério Freitas. Na ocasião, Carlesse comentou denúncia feita por seu adversário no segundo turno, Vicentinho e sua coligação, à Justiça Eleitoral, que determinou a realização de uma operação, pela Polícia Federal, na manhã de ontem, no Palácio Araguaia, mais especificadamente nas Casas Civil e Militar, na Secretaria da Fazenda e da Infraestrutura e na RedeSat.

 

“Eu fico triste em ver nosso adversário colocar nas manchetes para todo o Brasil a Polícia Federal na porta do Palácio Araguaia e das secretarias, como se nós tocantinenses fossemos bandidos. É muito triste, mas é a maneira deles fazerem política e temos que respeitar, mas não precisa disso. O povo quer e precisa ver projetos”, disse Carlesse.

 

O candidato atribuiu as denúncias a uma reação a sua forma de gerir o Estado. “Nós estamos trabalhando. Com o mesmo dinheiro que tinha, sem entrar nenhum financiamento, sem nenhuma medida fora do que é permitido por lei, nós estamos fazendo. É o que está incomodando, infelizmente”, destacou. “O povo reconhece. O que incomoda é que eu não tenho medo. Sou honesto, trabalhador e o que eu tenho é meu, trabalhado, do meu esforço. Eles não vão me intimidar, porque o povo não quer, prova disso foi a eleição do último dia 3. O povo não quer mais esse tipo de político, não só no Estado, mas no Brasil inteiro”, considerou.

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