Palmas, Tocantins -

Política


Após desabafo de Laudecy
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Carlos Braga diz que há mal-entendido e que prefeita não interfere na Câmara

Desabafo da líder da prefeita, Laudecy Coimbra repercute na Câmara e na prefeitura. Carlos Braga diz que prefeita não interfere na pauta da Câmara e que ele não desrespeitou a líder...
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Descrição: Braga minimiza conflitos: foi mau entendido" Arquivo/ T1 Notícias

O secretário de Governo Carlos Braga, procurou o portal T1 Notícias na tarde desta segunda-feira, 21, para negar qualquer interferência da prefeita Cinthia Ribeiro na liberdade que a Câmara de Palmas tem para pautar os projetos que aguardam votação. O debate, segundo Braga, é sobre entendimento a respeito da legalidade de votar o Orçamento antes da sanção da LDO, que foi modificada na Casa.

 

“O que há são mal entendidos. Não posso responder pelo que disse outro secretário mas minha conversa com a vereadora Laudecy sempre foi franca: eu disse que como houve alteração na LDO, emendas do vereador Felipe Martins, é necessário aguardar a sanção pela prefeita, por que pode haver mudança no orçamento”, explica o secretário.

 

Segundo Braga, quando a LDO foi enviada, dentro do prazo regimental, não havia sido fechado o exercício financeiro dos meses de setembro, outubro e novembro, e que a diferença entre o estimado e o realmente executado foi grande. “O vereador Felipe Martins emendou a LDO para incluir os números reais e não a estimativa. Isso vai dar para a própria Câmara um impacto, diminuindo o repasse anual em cerca de R$ 500 mil reais”, explicou.

 

Braga diz que seu relacionamento com os vereadores é o melhor possível e que em nenhum momento desrespeitou a líder do governo, vereadora Laudecy Coimbra.

 

“Se eles entenderem de votar o orçamento antes da sanção da LDO, é prerrogativa deles. O que não há é interferência da prefeita nisso. Veja bem, que diferença faz para a prefeitura se a emenda impositiva será dos vereadores eleitos nesta legislatura ou dos vereadores eleitos na próxima? Nenhuma!”, ponderou.

 

Braga informou que a LDO após aprovada foi para a procuradoria Geral do Município para análise e será devolvida à prefeita para sua avaliação e sanção. 

 

“Se eles votarem o Orçamento como está, ou se fizerem alterações, ele volta igualmente para a prefeita sancionar ou não”, ponderou.