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Com bandeira em defesa dos animais, delegado Hudson busca conquistar vaga de vereador

“É fundamental que seja adquirido um castramóvel”, defende o delegado ao citar o exemplo do distrito de Taquaruçu, onde, de acordo com ele, há uma incidência muito grande de animais pelas ruas
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Descrição: Candidato a vereador em Palmas, delegado Hudson Guimarães (Pros) Divulgação

No universo de mais de 43 candidatos a vereador na Capital, alguns se destacam pelas bandeiras diferenciadas ou pela sua militância. É o caso do delegado Hudson (Pros), que busca conquistar uma cadeira na Câmara Municipal de Palmas nestas eleições. Ele tem como uma de suas bandeiras a causa da defesa animal.

 

Caso seja eleito, o delegado diz que vai focar para fiscalizar todos os atos da gestão pública, acompanhar a aplicação dos recursos de acordo com o orçamento aprovado, “analisando as licitações, irei pessoalmente a algumas e caso necessário irei investigar qualquer processo com suspeitas de favorecimento ou direcionamento”, especula.

 

Sobre a saúde animal, Hudson, numa eventual eleição, afirma que vai destinar emendas para aquisição de veículo castramóvel, modernização e ampliação da capacidade de atendimento da UVCZ e propor convênios e parcerias com as ONG's, “valorizando o trabalho de todas as entidades do segmento, oferecendo mais estrutura”, antecipa.

 

Ainda estão nos seus planos, projetos de leis para implantação da chipagem de animais domésticos, promoção e valorização dos protetores e cuidadores de animais. “Como delegado e vereador, vou fazer valer o rigor da Lei Nº 14.064 de maus tratos de animais com a prisão a quem infringi-la”, argumenta Hudson.

 

Como a lei ficou mais severa, ele sustenta que ficou mais fácil para o delegado de polícia atuar nesta causa e que pretende seguir o exemplo de delegados do Brasil inteiro, principalmente do delegado Bruno Lima, que é deputado estadual em São Paulo. “Mas, primeiro, vou conversar com todas as ONGs envolvidas nesta causa e chegarmos a um consenso na definição de quais políticas públicas serão melhores para os animais”, explica.

 

Na sua avaliação, a ideia é que estas políticas públicas sejam apontadas pelas ONGs e não aquelas que vem de gabinete, de teorias apenas. Delegado Hudson disse que vai lutar para que o CCZ funcione de fato. Ele acha que com o mandato será possível lutar para que o órgão tenha um serviço de castração “sério” e melhore o centro médico e o sistema de cirurgias. “É fundamental que seja adquirido um castramóvel”, defende o delegado.

 

Hudson entende que os investimentos na melhoria do CCZ vão permitir a descentralização dos serviços, ao citar o exemplo do distrito de Taquaruçu, onde, de acordo com ele, há uma incidência muito grande de animais pelas ruas. “Com o castramóvel, será possível conter a reprodução de animais em longa escala”, conclui.