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Deputados defendem barreiras sanitárias para evitar a entrada da variante indiana

A Secretaria Estadual de Saúde disse que está atenta à variante encontrada no Maranhão, e o Governo Estadual mantém o alerta e segue - irrestritamente - as orientações do Ministério da Saúde
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Descrição: Deputado Elenil da Penha (MDB) Clayton Cristus

Em sessão realizada nesta terça-feira, 1º, deputados cobraram a implantação de barreiras sanitárias para evitar a entrada da variante indiana no Estado. Novos casos da cepa indiana, variante B 1.617 do coronavírus, já foram confirmadas nos estados do Maranhão, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O pedido partiu dos parlamentares Elenil da Penha (MDB) e Zé Roberto Lula (PT). 

 

Zé Roberto cobrou do Governo estadual a implementação de medidas de fiscalização nas barreiras estaduais das rodovias e também nos aeroportos, a fim de evitar o contágio com a nova cepa. Além de melhorar as vistorias nas entradas interestaduais, o parlamentar também concorda com o fechamento do comércio e de escolas a fim de reduzir os casos de Covid-19. O deputado lamentou o atraso na vacinação e o crescente número de mortes decorrentes da doença.

 

Elenil da Penha também cobrou rigor nas vistorias e barreiras sanitárias para prevenir novas variantes da covid-19. O deputado pediu reforço nas medidas preventivas para toda a população. Para ele, não é momento de relaxar os cuidados com o uso de máscara, hábitos de higiene, além da manutenção do isolamento social. O deputado  também é favorável à implementação de medidas de restrição e suspensão das atividades comerciais.

 

Governo do Estado 

 

Em resposta ao T1, a Secretaria Estadual de Saúde (Ses) disse que está atenta à variante encontrada no Maranhão, e o Governo Estadual mantém o alerta e segue - irrestritamente - as orientações do Ministério da Saúde (MS) para a contenção de variantes.

 

“Os casos da nova cepa indiana ainda estão restritos aos Estados que notificaram, que vem realizando as barreiras sanitárias - em conjunto com o Ministério da Saúde - como, por exemplo, o Maranhão, São Paulo e Distrito Federal”, ressaltou o órgão.