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Rede Sustentabilidade tem novo comando no Estado e alinha-se com a prefeita Cinthia

“Vamos reconstruir o partido no Estado com pessoas dignas; nosso compromisso é com pessoas sérias", afirma Fábio Ribeiro, que assumiu o comando do Rede no Estado e se alinha com Cinthia Ribeiro
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Descrição: “Cinthia é a nossa candidata”, sustenta Fábio Ribeiro divulgação

Ex-candidato à prefeitura de Palmas em 2012 pelo PT do B e egresso do PSOL, Fábio Ribeiro assume a direção provisória do Rede Sustentabilidade no Estado e passa a fazer parte da base da prefeita Cinthia Ribeiro (PSDB). O novo presidente já adianta uma forte reestruturação.

 

“Vamos reconstruir o partido no Estado com pessoas dignas; nosso compromisso é com pessoas sérias, idôneas e comprometidas com a cidade”, disse ele ao T1 Notícias nesta segunda-feira, 30. “Cinthia é a nossa candidata”, conferiu ele em uma postagem no Twitter.

 

Fábio vai substituir a vacância deixada pelo ex-juiz Márlon Reis e rejeitada pelo delegado de polícia Hudson Guimarães. A reunião que redefiniu a nova direção do Rede ocorreu na última sexta-feira, 27, quando Fábio observou que estava assumindo o partido “para manter distância daquele que consideram ter afundado o partido em dívidas e recompor a base política no Tocantins”. Ele não citou nomes.

 

Pessoas de dentro do partido, dizem que o REDE não quer mais pessoas inexperientes que ingressam no partido apenas para testarem a política, usarem o partido e se aventurarem. Ribeiro seria essa pessoa que, segundo os dirigentes do partido nacional, conhece de perto os detalhes da política tocantinense e teria vantagem política competitiva.

 

Fábio atuou em diversas administrações tanto no Estado como na Prefeitura da capital. Sua atuação na política ganhou visibilidade durante a campanha à Prefeitura de Palmas, em 2012, fazendo uma dura oposição contra Carlos Amastha, à época. A disputa teve confrontos homéricos no horário eleitoral entre Fábio Ribeiro e o ex-prefeito.

 

Disputou a prefeitura da Capital em 2012 pelo PTdoB e no  ano seguinte, filiou-se ao PSOL, seu último partido, pelo qual disputou o governo do Estado na eleição suplementar, com o procurador Mário Lúcio Avelar.

 

Como não tem fundo partidário, o partido é bancado pelos filiados, que vão tentar quitar as dívidas deixadas pela gestão de Márlon Reis, para preparar o partido para as eleições de 2022, com a meta de eleger um deputado federal.