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Política


Câmara Municipal de Palmas
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Vereador critica pastores por atribuírem à Câmara competências do Executivo

Na sessão desta terça, 18, o vereador Rogério Freitas (MDB) chamou a atenção de alguns pastores que, segundo ele, vêm usando as redes sociais para atribuir à Câmara competências que são do Executivo.
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Descrição: Vereador Rogério Freitas chama atenção de pastores evangélicos divulgação

O vereador Rogério Freitas (MDB) usou a tribuna na sessão desta terça-feira, 18, para chamar a atenção de alguns pastores evangélicos que, segundo o parlamentar, vêm usando as redes sociais para atribuir à Câmara uma prerrogativa que não é dela, referindo-se ao Carnaval 2020. Para o emedebista, esses pastores devem se informar melhor como funcionam os poderes constituídos, para não ficar “alardeando equívocos”.

 

“É importante quando a gente vai gravar vídeo, quando a gente vai sustentar uma determinada discussão, observar os preceitos da administração pública. Não cabe a Casa de Leis do município de Palmas executar projetos que são de competência do Executivo”, disparou o vereador ao observar aos pastores evangélicos que a Câmara Municipal de Palmas não fez nenhuma reunião com a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Palmas) ou outros instituições para falar ou discutir sobre o carnaval e como o evento seria realizado.

 

Emendas

 

Rogério Freitas aproveitou  o momento para chamar atenção do Executivo no que tange ao repasse de recursos a entidades sociais e filantrópicas, cujos recursos foram destinados por emendas parlamentares. O vereador sustentou que os recursos  das emendas não foram repassados sob o argumento da prefeitura porque não constavam no PPA. “Mas o carnaval também não estava e foi repassado dinheiro para o evento”, disparou.

 

No entendimento do parlamentar, os pastores deveriam ter um pouco mais de cuidado antes de apontar o dedo e criticar o Parlamento por ações que não de sua competência.  “A quem cabe o papel de executar não é este Parlamento a este Parlamento cabe fiscalizar as ações do executivo fiscalizar a aplicação de recursos públicos”, reiterou.